terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
LIXO EXTRAORDINÁRIO
Do Jardim Gramacho, um dos maiores aterros sanitários do mundo - localizado na periferia de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro - para sofisticadas salas de exposição de arte e casas de leilão. A trajetória do lixo dispensado no aterro, matéria-prima para o trabalho do artista plástico Vik Muniz, é acompanhada no documentário Lixo Extraordinário, dirigido pela inglesa Lucy Walker, em parceria com os brasileiros João Jardim e Karen Harley.
Ao longo de dois anos, Vik Muniz frequentou o aterro sanitário do Jardim Gramacho a fim de fotografar um grupo de catadores de materiais recicláveis para retratá-los com sua arte. No entanto, foi surpreendido pelas histórias de seus personagens e pela dignidade, desespero e sonhos revelados quando instigados a imaginar suas vidas fora daquele ambiente.
Aclamado pelo público e pela crítica, o longa recebeu vários títulos em 2010: Melhor Documentário na International Documentary Association (IDA), em Los Angeles; Prêmio Especial do Júri, em Paulínia; Melhor Documentário Internacional eleito pelo público e indicado ao Prêmio do Júri no Festival de Sundance, nos Estados Unidos; e considerado o Melhor Filme da Mostra Panorama e vencedor do Prêmio Anistia Internacional no Festival de Berlim.
Ao longo de dois anos, Vik Muniz frequentou o aterro sanitário do Jardim Gramacho a fim de fotografar um grupo de catadores de materiais recicláveis para retratá-los com sua arte. No entanto, foi surpreendido pelas histórias de seus personagens e pela dignidade, desespero e sonhos revelados quando instigados a imaginar suas vidas fora daquele ambiente.
Aclamado pelo público e pela crítica, o longa recebeu vários títulos em 2010: Melhor Documentário na International Documentary Association (IDA), em Los Angeles; Prêmio Especial do Júri, em Paulínia; Melhor Documentário Internacional eleito pelo público e indicado ao Prêmio do Júri no Festival de Sundance, nos Estados Unidos; e considerado o Melhor Filme da Mostra Panorama e vencedor do Prêmio Anistia Internacional no Festival de Berlim.
ESPETÁCULO POROROCA
Pororoca é uma tragicomédia do maranhense Zen Salles, montada pelos atores profissionais do Núcleo Experimental do Teatro do SESI – São Paulo. O dramaturgo foi buscar nas lendas e mitos de sua terra natal a matéria-prima para a construção dessa peça, narrando todo o impacto que a pororoca – que significa “onda destruidora” no dialeto indígena – causa entre os ribeirinhos do Mearim. O real e o fantástico também se encontram e se misturam entre os seus personagens, que esperam a “onda medonha” passar, transformando a vida de pescadores que viram peixe, de quebradeiras de coco babaçu que se encantam com surfistas da pororoca, de brincantes do bumba-meu-boi que tiveram suas pernas devoradas pelas piranhas do rio, e de mulheres rendeiras que bordam no bilro todo o seu desejo reprimido. A peça, que intercala cenas tensas e descontraídas, fala da alegria e do senso de humor característico do povo brasileiro, apesar de todas as dificuldades.
Quinta-feira a domingo – às 20h
03 a 27 de fevereiro – quinta a domingo, às 20h.
Espetáculo não recomendado para menores de 18 anos.
20h Entrada gratuita*
* A distribuição dos ingressos tem início a partir de 12h00 no mesmo dia da apresentação.
Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Av. Paulista, 1.313
Cerqueira César - São Paulo
11 3146-7405 / 7406
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